Mídias alternativas quebram paradigmas
contra a insanidade capitalista
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As mídias alternativas vêm tendo papel fundamental na sociedade moderna. Uma visão contrária dos grandes veículos de comunicação tem se consolidado e esse avanço só tende a melhorar. As pessoas têm se interessado em escrever mais sobre assuntos complexos e analisar de forma crítica os interesses desses veículos que, aliás, seguem dominados por pequenos grupos.
Sites – Atualmente, muitos sites e blogs estão inseridos no eixo da mídia progressista, aliás, cada vez mais fortes e seguem crescendo dia a dia. Alguns jornalões de São Paulo tentam inibir essa prática e até levantam teses negativas, como o jornal O Estado de S.Paulo, que publicou uma matéria, dia 24 de agosto, no caderno Link, sobre o fim dos blogs, em consequência do Twitter.
Como é de conhecimento de todos, nunca houve interesse da elite na educação e, menos ainda, na consciência política da população, porque implica menos lucro. O filósofo Sócrates, em sua época, já afirmava que os poderosos desejavam uma sociedade “burra”, pois assim eles se fortaleceriam cada vez mais no poder.
Portanto, a mídia alternativa surgiu e vem quebrando esses paradigmas. Mobilizações, protestos e passeatas são organizados pela internet, seja por blogs, Twitter, Orkut, e-mais e outros. Imagens de guerras e humilhação que países pobres sofrem, rapidamente caem na rede e, em seguida, milhares de mídias alternativas estão repercutindo o fato. A visão do norte, ou seja, apenas das agências internacionais de notícias estão sendo contrariadas.
Políticas públicas – Agora, o processo só tende a avançar. Mas para isso é necessário a criação de políticas públicas, ou seja, elaborar estratégias para que mais pessoas tenham acesso à rede (internet). O governo Lula tem o dever de assumir esse compromisso com o povo brasileiro. Baratear o preço do acesso à internet; oferecer meios de ajuda para a sociedade adquirir bons equipamentos; além de fortalecer projetos sociais que lutam pela inclusão social e digital. Esse é o caminho.
Anseio – Uma sociedade justa é o anseio dessa nova mídia alternativa. O papel desses veículos é combater com veemência os grandes veículos de comunicação. Os brasileiros não podem e, muito menos, devem ter a televisão como principal meio de informação. As mídias alternativas se fortalecerão ainda mais com uma responsabilidade imensa, a de fazer a sociedade pensar. O que Sócrates tanto quis já está acontecendo.
Sindicatos – Volto a reafirmar: as entidades sindicais têm papel fundamental nesse processo de inclusão social e digital. Investir em veículos próprios para orientar, mobilizar e, principalmente, organizar a classe trabalhadora contra a insanidade capitalista é um dever.
Avaliação – Para um dos maiores articulistas do Brasil, Mauro Santayana, a grande falha das lutas operárias estava na ilusão de que se resumiam aos salários e as condições de trabalho. Ele afirma: “É papel do sindicalismo do futuro atuar para que o trabalhador enxergue a amplitude de sua importância no cenário nacional”.
A força está na união!
Grita São Paulo – Grita Brasil!
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