Confira entrevista especial com Toninho Forti
Daniel Lucas Oliveira, diretor da Agência de Comunicação
Grita São Paulo, entrevistou o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Americana, Toninho Forti...


ARTIGO
Esquerda vs Direita: um confronto sem lógica
 
Artigo de Mirela dos Santos Alves - Jornalista da Agência de Comunicação Grita São Paulo - AGSP, atual foca da redação, apaixonada por livros de ficção, Netflix, fotografia e atraída por parques
 
Ao meio de tantas desavenças e injustiças que rodeiam o atual cenário político do Brasil, uma guerra leiga partidária entre direita e esquerda se iniciou em todos os cantos do País. Cada lado prega seus ideais
no conceito popular. Infelizmente, muitos cidadãos e até militantes, não sabem muito bem o que cada
um realmente representa para o funcionamento do País, e quais são os seus principais fundamentos.

Como vivemos em uma sociedade democrática, é de praxe que exista uma ideologia concorrente a outra para que haja uma harmonia de conceitos, o que representa a liberdade de expressão. Chegamos a duas visões diferentes. De um lado temos a “esquerda”, que favorece o controle do estado na economia, além de colocar o ideal igualitário acima de todas as necessidades da população. De outro lado está a “direita”, que propicia a igualdade de mercado, defende as liberdades particulares e também repudia o controle do Estado.

Ao entender os dois lados partidários ativos diferenciamos em qual das duas esferas cada cidadão se identifica. O problema deste reconhecimento político é que as pessoas, sem nem mesmo conhecer a diferença entre "direita" e "esquerda", se agredem todos os dias, verbalmente e fisicamente, para defender um ideal que está esquecido e foi contorcido pela grande mídia. Em ambos os lados é visto que o povo
deve ser prioridade, independente se o método a ser usado deriva do capitalismo ou do comunismo.

Presenciamos uma política desforme que consome o patrimônio popular e tira os direitos conquistados. Em contrapartida dessas injustiças, tudo o que fazemos é discutir com os colegas e familiares como a “direita”
ou a “esquerda” estão erradas sem apresentar nenhum argumento a não ser críticas sem fundamentos. Ao escolher um candidato não pesquisamos o que ele realmente deseja fazer e o que ele já fez anteriormente. Virou status votar em determinado sujeito em razão de quem o apoia ou por causa de seu partido político.

Este tipo de ação tem que acabar. Para recuperar o País primeiramente devemos recuperar o ser crítico
que reside em cada um. Ser o qual está adormecido, e que precisa voltar à tona para lutar contra o orgulho demasiado e cego que atinge a população. Não devemos apenas consumir informações da grande mídia
e nem olhar apenas para o lado que é mais interessante. Caso continuemos a errar nestes dois pontos,
o Brasil continuará estagnado no meio de um imenso oceano de ignorantes políticos e cidadaõs sem voz.

 
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