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NOTÍCIAS - Osasco, 8 de setembro de 2017
Rodrigo Janot reabre investigação dos delatores da JBS
 
Rodrigo Janot, procurador-geral da República, divulgou na última segunda (4) que pretende abrir novas investigações para verificar se houve algum tipo de disfarce ou omissão das informações de práticas de crimes no acordo de delação premiada dos executivos do grupo J&F, o qual controla o frigorífico JBS.
Caso for provado que existe irregularidades que não foram ditas, os benefícios oferecidos no acordo de colaboração de Joesley Batista e de outros dois delatores poderão ser cancelados imediatamente.

DESENROLAR - No dia 31, quinta, os investigadores do caso reaberto tiveram acesso a alguns áudios
que podem ser considerados provas de crimes de corrupção. Os arquivos revelam conversas entre Joesley Batista (um dos donos da empresa) e Ricardo Saud (diretor institucional da J&F). No diálogo, eles debatem sobre uma suposta atuação trapaceira do ex-procurador da República Marcello Miller para ajudar os executivos a conseguirem a delação de forma mais fácil, além de mascarar e não observar fatores cruciais.

MENTIRAS - De acordo com as novas provas existe uma conta corrente no nome de Saud, no Paraguai,
a qual não foi informada durante a delação. Três dos sete executivos da empresa que fecharam o acordo
com o Governo da República para ter uma chance de diminuição de pena estão sendo investigados por mentir em testemunho. Os arquivos de áudio serão encaminhados para uma análise minuciosa pelo Ministro Rodrigo Fachin, e ainda esta semana os envolvidos serão convocados para prestarem esclarecimentos.

O Estado tem o dever de aproveitar e apurar todas as provas que são conduzidas pelos contribuintes. Tal ação está determinada na lei, mas por motivos abonináveis, várias provas são ocultadas ou pior, julgadas como invalidas. O que está acontecendo é mais uma das diversas formas de corrupção ativa no Brasil. Sabemos que mentir em uma delação é algo torpe e que não pode passar a limpo em nenhuma hipótese.
O povo está cansado de ver o País estagnado por causa dos subornos e depravações no Supremo Tribunal.

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Imagem: Jornal Zero Hora, edição de 6 de agosto de 2015. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, reabre investigação