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A era das redes sociais e o fim do “social”

Estamos na era da internet. Isso não é nenhuma novidade! As redes sociais vieram para dominar tudo e todos. Para alguns, o Facebook, o Twitter, WhatsApp e outras redes sociais são as melhores maneiras de se comunicar com os amigos. Muito mais do que em conversas pessoais, porque reúnem um grupo maior de pessoas no bate-papo. Além disso, a proporção de crescimento de tais empresas no mercado financeiro nos últimos anos é colossal. Assim, outras corporações, seja lá de qual segmento for, focassem nessas mídias para aparecerem ao público. Isso porque grande parte da população do mundo está inserida nesse mundo virtual.

DADOS

Essa “era” já se tornou algo cultural na humanidade. Vemos o contraste disso quando pessoas mais velhas (geralmente) são mais fechadas para novas tecnologias e, em contrapartida, crianças de dois ou três anos já sabem fazer um stories no Instagram. No Brasil, 62% da população estão em alguma rede social, segundo o relatório “Digital in 2018: The Americas“, das empresas We are Social e Hootsuite. Se você parar e pensar sobre a desigualdade instaurada no nosso país, 62% de pessoas nas redes é um número imenso para uma sociedade com sérios problemas.

Mas, aonde quero chegar? É até clichê dizer para valorizarmos mais o “mundo real”, deixar o abstrato de lado e se apegar naquilo importante de fato. Mas é exatamente isso que não vemos no Brasil atualmente! Meu trabalho de conclusão de curso na universidade tratou sobre o tema “Fake News”. Segundo uma pesquisa da PSAFE DEFENDER, o Brasil é apontado como o país onde mais se acredita em Fake News. E logo aí vemos um retrato do nosso país. Antes de uma notícia falsa prejudicar empresas, veículos, ou qualquer outra coisa material, ela pode atingir um ser humano. Logo, o mínimo a ser feito seria analisar algo antes de apertar o botão de compartilhar.

CONCLUSÃO

As redes sociais e o avanço tecnológico são ótimos para o avanço do mundo. A grande questão é que as pessoas ainda não aprenderam a lidar com tudo isso. A superficialidade tomou conta. A briga por status, curtidas e seguidores está mais acirrada do que nunca. E, enquanto isso, ao nosso lado, podemos ter alguém que precisaria de um simples aperto de mão. Um “olá, tudo bem?” que realmente pare e escute caso nada esteja bem. Essas pequenas coisas nos fazem humanos, e não podemos nem devemos perder isso.

Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. – Eclesiastes 1:2

Lucas R. de Souza Pereira

Jornalista da Agência de Comunicação Grita São Paulo - AGSP, ex-foca da redação, aficionado pelo mundo do futebol, games, séries e rock'n'roll

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