Coronavírus | Comitê do Ministério da Saúde (COE) repassa informações aos estados

O COE (Comitê de Operações de Emergência), criado pelo Ministério da Saúde, encaminhou na última sexta (24) uma atualização sobre o coronavírus, que vem se espalhando na China. O monitoramento da pasta é feito junto à Organização Mundial de Saúde (OMS).

 DETALHES

Assim, os técnicos do COE detalharam as orientações publicadas no Boletim Epidemiológico para os profissionais de saúde. O destaque foi para as definições de como identificar possíveis casos da doença.

Além disso, também alertaram os estados das ações que estão sendo preparadas para os portos, aeroportos e áreas de fronteiras. Tais como a elaboração de áudios em inglês e mandarim que vão orientar os pacientes com os sintomas a procurarem unidades de saúde.

SINTOMAS

Até o momento, é considerado como caso suspeito do novo coronavírus, paciente com sintomas como febre, tosse e dificuldade para respirar. Além disso, a pessoa precisa ter viajado para área com transmissão ativa do vírus nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas.

De acordo com a última atualização da OMS, uma nova província chinesa foi considerada local de transmissão ativa. Agora, além de Hubei, com o epicentro em Wuhan, a província de Guangdong também apresenta transmissão ativa do vírus. As novas orientações, incluindo as áreas com transmissão, serão atualizadas e disponibilizadas dentro do Boletim Epidemiológico.

DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE O VÍRUS
  1. É um vírus que tem causado doença respiratória pelo agente coronavírus, recentemente identificado na China. Os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.
  2. Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios, como febre, tosse e dificuldade para respirar.
  3. Se alguém apresentar esses sintomas, o paciente deve utilizar máscara cirúrgica e ser acomodado em quarto privativo. O profissional de saúde deve coletar as amostras respiratórias e encaminhar os casos graves para um hospital de referência para isolamento e tratamento.
  4. Para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, deve-se realizar frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir alimentos, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  5. Além disso, não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas, manter os ambientes bem ventilados, evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

Lucas R. de Souza Pereira

Jornalista da Agência de Comunicação Grita São Paulo - AGSP, ex-foca da redação, aficionado pelo mundo do futebol, games, séries e rock'n'roll

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