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Índice Gini aponta maior desigualdade no Brasil em sete anos

Segundo dados levantados pela Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), divulgados pelo Estadão/Broadcast, a desigualdade no Brasil é a maior nos últimos sete anos. É o que aponta o índice Gini do rendimento domiciliar per capita (que mede a desigualdade de renda entre os domicílios).

A escala é definida entre 0 e 1. No 3º trimestre de 2018 o índice apontava 0,6156. No 4º trimestre, no entanto, subiu para 0,6259, somando assim 16 trimestres consecutivos de aumento na desigualdade.

O desemprego e os salários inferiores são as maiores dificuldades em relação ao mercado de trabalho, diz o autor do levantamento, pesquisador da FGV, Daniel Duque. Além disso, a dificuldade dos trabalhadores menos qualificados dentro do mercado de trabalho. “Na crise, a probabilidade de estar empregado e ter renda maior depende mais de o trabalhador ter qualificação”, declara.

Confira o gráfico:

É SEMPRE BOM SABER MAIS…

O índice ou coeficiente de Gini é uma medida de desigualdade de dados, mais utilizada para medir a desigualdade de renda, indicando se há muita ou pouca diferença entre os mais pobres e os mais ricos, em uma região ou país. O Coeficiente de Gini é amplamente utilizado em diversos campos de estudo, como a sociologia, economia, ciências da saúde, ecologia, engenharia e agricultura. Por exemplo, em ciências sociais e economia, além do coeficiente de Gini relacionado à renda, estudiosos publicaram coeficientes relacionados à educação e oportunidades.

Lucas R. de Souza Pereira

Jornalista da Agência de Comunicação Grita São Paulo - AGSP, ex-foca da redação, aficionado pelo mundo do futebol, games, séries e rock'n'roll

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