CIBERCRIMES | Saiba os perigos dos megavazamentos de dados e como se prevenir

Pela terceira vez este ano, temos um megavazamento de dados dos brasileiros. O último ocorreu domingo, dia 14 de março, e expôs informações de 250 mil pessoas na deep web. Os especialistas acreditam no funcionamento da ação apenas como um atrativo para a venda de uma base muito maior, que inclui informações de 112 milhões de pessoas. Diferentemente das duas primeiras vezes, alguns dados foram distribuídos gratuitamente.

CIBERCRIMES

Segundo Felipe Daragon, especialista em segurança da informação, os dados vazados e que serão vendidos aumentarão o número de golpes e fraudes. Os cibercrimes podem ser muito mais danosos que certos tipos de crimes, como por exemplo, furto e roubo. Os custos do cibercrime incluem danos e destruição de dados, dinheiro roubado, perdas de produtividade, de propriedade intelectual, de dados pessoais e financeiros, desfalque, fraude, interrupção de operações, danos à reputação e muito mais.

Na lista de informações disponibilizadas (dados vazados) gratuitamente estão: CPF, nome completo, número do WhatsApp, endereço, data de nascimento, nome da mãe, profissão, faixa salarial, possibilidade de já estar morto, cadastro no Bolsa Família e status de aposentadoria. Infelizmente, todos estes dados poderão ser utilizados e consultados na deep web por quem desejar. O pacote completo, que tem 20 GB de dados, está sendo vendido por 0,12 bitcoin, o que equivale a R$ 38 mil na cotação atual.

CONSULTA DE DADOS E PREVENÇÃO

O BC (Banco Central) oferece uma ferramenta que permite a verificação dos dados pessoais. Caso alguém tenha utilizado um desses dados para abrir uma conta ou fazer um empréstimo, a ferramenta fará os apontamentos. Através do “Registrato” é possível conseguir um relatório online de diversas informações do sistema financeiro e monitorar o uso indevido do seu CPF.

Se você nunca acessou o sistema, terá que fazer um cadastro, que fica pronto na hora. Basta clicar em “Sou Pessoa Física”, logo abaixo do título “Primeiro acesso”.

Há três formas de se registrar online: com o celular ou tablet (usando o aplicativo do seu banco), com o internet banking (acessando sua conta no banco pelo navegador) e com certificado digital (arquivo eletrônico que serve como uma assinatura pela internet).

Para pessoas jurídicas, o registro só pode ser feito via certificado digital.

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